RPG de mesa e seu esquecimento...

Venha aqui tomar um copo de leite e discutir sobre tudo que quiser (contanto que o assunto não esteja relacionado com uma das seções acima ou abaixo).

Re: RPG de mesa e seu esquecimento...

Mensagempor Sheikah » 02/01/2012 (Segunda-feira), às 09h43min

Cell escreveu:
Sheikah escreveu:
Vinci escreveu:Acho maneiro jogar no RiPG. Tira o lado mais humano do negócio, mas por isso mesmo facilita a interpretação e tem bastantes ferramentas para o mestre... Dá pra jogar como se fosse uma espécie de MUD muito louco.


Facilita a interpretação?

Eu acho que você interagindo com seus amigos facilita muito mais do que ler e escrever...


Na verdade facilita a interpretação sim.
Numa mesa de rpg sempre rola conversas paralelas ( pelo menos comigo era assim)

Mas eu acho mais legal jogar em uma mesa de rpg, do que na internet


Po, mais vc tá dizendo que facilita pela questão de conversa paralela?

Na mesa que eu jogo rola conversa paralela mas não tira a atenção nem atrapalha a interpretação... :fiu:

Acho que a sua mesa mais conversa do que joga pelo visto, kkk :lol:
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Re: RPG de mesa e seu esquecimento...

Mensagempor Young Link » 02/01/2012 (Segunda-feira), às 09h52min

Na verdade ele quis dizer que a conversa paralela é o que atrapalha.

E eu concordo com o Sheikah, mesmo com as conversas paralelas o RPG "ao vivo" é muito melhor. Além do fato de que essas conversas sempre ocorrem no turno de outra pessoa, ou enquanto outro jogador joga os dados e etc... No fim não atrapalha muito a concentração na hora que realmente te interessa.
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Re: RPG de mesa e seu esquecimento...

Mensagempor Juão » 02/04/2012 (Segunda-feira), às 12h46min

Galera, para quem gostaria de usar miniaturas, mas não consegue por ser caro ou não encontrar lugar que venda, tem uma solução que pode quebrar o galho.
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Re: RPG de mesa e seu esquecimento...

Mensagempor Hynnin » 02/04/2012 (Segunda-feira), às 13h30min

Cara, jogador que é jogador usa borracha, lapis, celular, dado...

Nunca achei tanta necessidade pra miniatura, sempre achei uma frescura cara facilmente contornável
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Re: RPG de mesa e seu esquecimento...

Mensagempor shadowlink » 02/04/2012 (Segunda-feira), às 13h44min

Hynnin escreveu:Cara, jogador que é jogador usa borracha, lapis, celular, dado...

Nunca achei tanta necessidade pra miniatura, sempre achei uma frescura cara facilmente contornável

Concordo. De qualquer forma, as miniaturas nunca vão ser exatamente como os personagens, então no fim das contas vai tudo ficar a cargo da imaginação mesmo :P

Contanto que se tenham coisas pequenas em variedade e quantidade o suficiente par não causar confusão, tá tudo ótimo.
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Re: RPG de mesa e seu esquecimento...

Mensagempor Juão » 02/04/2012 (Segunda-feira), às 13h46min

Hynnin escreveu:Cara, jogador que é jogador usa borracha, lapis, celular, dado...

Nunca achei tanta necessidade pra miniatura, sempre achei uma frescura cara facilmente contornável


Concordo isso é dispensável, e as vezes enrola um pouco o combate, mas é interessante usar as miniaturas, deixa o combate mais exato.
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Re: RPG de mesa e seu esquecimento...

Mensagempor BacktotheFuture » 18/04/2012 (Quarta-feira), às 15h05min

joguei mais de uma vez rpg de mesa, só que não na mesa. Usando programa para isso, com dados virtuais, texto... Na verdade ajuda bastante, pois dá para consultar o texto de cada fala, o dialogo não se perde tão fácil.


Fiz um jogo, A Pedra do Juramento, e lancei no forum (eu me chamava Alfa na época), e muita gente jogou. Só que eu era o tipo de mestre que matava os jogadores (tinha MUITOS candidatos) sem retorno. O resultado foi que dois amigos ficaram jogando, e nós jogamos o jogo por... Anos.

Hoje os personagens consolidados em minha mente e o mapa do mundo são base para idéias para outros jogos (hoje estou buscando fazer jogos cristãos, educativos), e pode até haver uma versão eletronica do jogo modificado. Essas histórias crescem. Viram fan-arts, fanfics... É quenem séries da midia de hoje. Super homem que começou com quadrinhos hoje tá em jogos, filmes... Uma porção de outros é assim.

A coisa cresce bastante, enriquece.

Na verdade o RPG eletronico é um tipo de rpg em que o mestre é o criador (ou equipe criadora), e que por não se poderem fazer presentes, deixam o jogo BEM planejado, BEM limitado, BEM estreito. O dialogo diminui, mas muita coisa boa é feita. Estou pensando num conceito de ligar os 2.

Mas só um comentario: o RPG está muitas vezes associado a violência, feitiçaria, bruxaria, assassinatos, criação de demônios... Ouvi que alguns grupos satanistas de fato usam rpg para tentar atrair adeptos. Então que fique claro, pode não ser um culto, mas tem proximidade, tanto com o satanismo, quanto com o vampirismo, dentre outros.

Claro, ai depende da temática, mas normalmente a temática é assim. Por isso estou investindo para que hajam jogos educativos e cristãos, inclusive RPGs.
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Re: RPG de mesa e seu esquecimento...

Mensagempor Hynnin » 18/04/2012 (Quarta-feira), às 17h26min

BacktotheFuture escreveu:Mas só um comentario: o RPG está muitas vezes associado a violência, feitiçaria, bruxaria, assassinatos, criação de demônios... Ouvi que alguns grupos satanistas de fato usam rpg para tentar atrair adeptos. Então que fique claro, pode não ser um culto, mas tem proximidade, tanto com o satanismo, quanto com o vampirismo, dentre outros.


Sério cara? Então tudo que pessoas doentias usam pra praticar seus atos doentes são inteiramente responsáveis? Sério mesmo? Tu retrocedeu tanto nesse tempo longe do forum?

RPG tem a temática que os jogadores quiserem, o que deixa o jogo AINDA MAIS longe dessa proximidade com o (haha) satanismo, porque quem de fato se aproximam são os jogadores, se quiserem jogar Hello Kitty RPG de mesa, jogam, se quiserem jogar as Aventuras de Satã na Terra da Pêra, dá pra fazer, agora associar o jogo com cultos diabólicos? Sério? É minha avó do outro lado da tela? Vó? A senhora nao sabe o que é RPG mesmo?
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Re: RPG de mesa e seu esquecimento...

Mensagempor Juão » 19/04/2012 (Quinta-feira), às 11h59min

Essa coisa de culpar um jogo por fazer o cara ser satã ou cometer crimes já ultrapassada. As pessoas fazem oque quiser, não é culpa do jogo ou seja lá oque for.
Assim como Hynnin disse, o rpg pode ser fofinho, ou satanista, vai depender dos jogadores.
Isso é uma bosta, porque fode a reputação do D&D e outros RPGs, assim tendo menor aceitação em qualquer lugar.
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Re: RPG de mesa e seu esquecimento...

Mensagempor BacktotheFuture » 19/04/2012 (Quinta-feira), às 15h30min

Eu não disse que RPGs são todos satanistas ou vampiristas, longe disso. Eu disse que há uma PROXIMIDADE sim com esses, e que alguns deles usam esses jogos para tentar atrair adeptos.
Longe de ser o RPG o mal em si, como foi dito, ele pode ter todo tipo de temática, até mesmo cristã. Assim como Rock muitas vezes está associado a satanismo, mas tb não é necessariamente assim, tendo até rock gospel tb. E verdade seja dita, uma coisa é um estilo de jogo poder ser usado para todo tipo de coisas, outra coisa é como ele NORMALMENTE é usado. Não conheço muitos rpgs estilo Hello Kitty, vocês sim?

Estou explicando que o GENERO está ASSOCIADO a uma temática mais macabra e violenta, mas não PRECISA ser desse tipo de temática.


Bom, continuando o assunto, o que vocês gostariam que um rpg tivesse? Particularmente, gostaria que fosse menos violento e tivesse menos inimiguismo (quanto + familiar, melhor), mas a criatividade parece bloqueada ai.
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Re: RPG de mesa e seu esquecimento...

Mensagempor shadowlink » 19/04/2012 (Quinta-feira), às 15h54min

Essa questão da "proximidade" tem que ser expandida. Um jogo (ou qualquer trabalho de ficção, esta última sendo uma palavra-chave) utilizar certa temática é uma coisa. Um trabalho de ficção pregar essa temática como uma verdade e/ou caminho de vida é algo completamente diferente. Todo livro de RPG que eu conheço, do mais "pesado" World of Darkness até o mais "leve" 3D&T, dedica um capítulo inteiro, em geral o primeiro, para explicar perfeitamente que o jogo se trata apenas de ficção, e as vezes até mesmo exaustivamente mostrando a separação entre "personagem" e "jogador".

RPG trata muitas vezes com temas religiosos e "ocultistas"? Sim. Mas não é nada que leve à prática real, não mais do que se assistir Supernatural na TV, ou O Exorcista no cinema. Se algumas pessoas usam o jogo como parte de práticas "satanistas", ou eles têm sérios problemas mentais e não conseguem separar ficção de realidade (neste caso, praticamente qualquer obra de ficção é perigosa nas mãos deles), ou uma enorme falta de maturidade (motivo para o qual os jogos de temas mais "pesados" costumam impor uma classificação etária), ou praticariam o mesmo com ou sem o jogo.
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Re: RPG de mesa e seu esquecimento...

Mensagempor BacktotheFuture » 20/04/2012 (Sexta-feira), às 13h33min

quer vocês gostem quer não, há quem usa para isso. De fato, até filmes, séries, novelas, programas, podem ser usados para propagar uma ideologia ou filosofia, sendo ela boa ou ruim.

É ruim, mas acontece muito. No meio cristão, que é mais exigente quanto ao conteúdo, frequentemente surgem questões quanto a certas coisas por estarem intimamente associadas a conteúdos pecaminosos. A exemplo não só o rock (que eu já vi comunidades ligadas a satanismo), vampirismo (que tb está ligado a satanismo), e até o rpg que tb está meio ligado a feitiçarias. Cristãos frequentemente tem discussões sobre se determinada midia é adequada por causa do conteúdo nela contido. A exemplo de musicas, não só o rock, mas outras, algumas musicas de ritmo nordestino por exemplo, frequentemente associadas a sexualidade desordenada, e coisas do tipo. Eles tem um processo continuo de santificação dessas coisas, e há sempre uma resitência e dificuldade em lidar com midias. Isso aconteceu com TV, com internet... E de forma geral acontece com tudo que tem contaminações éticas.


Diferente o realmente estar com segundas intenções de criar um adepto de jogar um jogo com o tema. Ok. Mesmo assim somente a aproximação, mesmo que não cause nenhum mal real senão a familiarização com o tema e brincadeira com feitiçarias, idolos, etc, é já um mal em si, segundo muitos cristãos.

Não nego que RPGs possam ser usados para TUDO, não nego que jogar um jogo com uma temática não é o mesmo que praticar de verdade... Não acho que todo mundo que brinca com jogos de tiro, exemplo, vira um assassino. Mas de uma forma ou de outra, brincadeira está associada a treino, e certos treinos são no minimo inuteis. Temos uma GRANDE dificuldade em fazer uma imaginação + e + benigna.


Edit - mas voltando, RPGs são MUITO bons para treinar a resolver enigmas, estimulam a criatividade, e se o jogo for feito com a temática correta, estimulam até a moralidade, a coragem, a determinação. Além disso, ele se difere muito dos outros jogos por uma caracteristica muito importante: o jogo é em grupo, e ninguém precisa perder de verdade. O Mestre, como um programador de rpgs eletronicos, cria a história, personagens secundários, muitas vezes até inimigos, mas ele mesmo não precisa se entristecer com a vitória dos jogadores, pois ele é uma espécie de treinador e propõe enigmas e desafios para eles.

Portanto o jogo merece exaltação diante dos jogos de competição, até mesmo esportes, ao menos NESTE aspecto, porque é de fato nesse aspecto muito superior.

Outro diferencial desse tipo de jogo é que ele pode durar até ANOS. O meu durou uns 2 anos e meio, acho, talvez mais. Criam-se verdadeiras sagas, a afeição pelos personagens aumenta com o tempo... Isso tudo é muito bom.

Um aspecto especial do RPG não-eletronico em relação ao eletronico é o espaço para criatividade e reação. Nos jogos eletronicos o caminho tem de ser MUITO bem planejado e a liberdade de movimentos é menor que a de um RPG onde você pode se abaixar, pular, fazer acrobacias, falar todas as falas que quiser (não só escolher entre uns 4 dialogos)...

Ele perde do eletronico pela dificuldade de visualização, pelo trabalho dos mapas, por não ser tão automático nas contas das operações que afetam resultados, energia... Ele exige imaginação muito mais que o eletrônico, e não tem a eficiência da automação. Tb não é tão realista quanto.

Quando pequeno eu brincava com um amigo simulando jogos de ação, não só rpgs. Nos rpgs usava contas, opções de ações, etc. Mas quando chegava nos jogos de ação (estilo Zelda, por exemplo) a brincadeira ficava bem faz de conta, com com pega-pega, ter de encostar nas costas, e coisas do tipo. De forma geral, a parte da ação flui com muito mais interatividade num eletronico.

Sobre esse "esquecimento" dito no tópico, acho que tem sido o contrario. Posso estar errado, mas acho que com a popularidade dos jogos, inclusive eletronicos, o RPG de mesa tem ganho cada vez mais destaque. Só a turma da mônica jovem já usou o tema em umas 2 revistinhas, acho, ou até mais. Novelas estão falando do tema, coisa que antes não se falava (que eu saiba).

Ainda, peço e insisto: quem tiver idéias para diversão o + positiva, ética, familiar possível, por favor me passe. Faz falta.
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Em outras palavras...

Mensagempor lpslucasps » 20/04/2012 (Sexta-feira), às 13h44min

BacktotheFuture escreveu:NEW MEDIA ARE EVIL



Em uma nota mais séria, qualquer coisa pode ser usada para propagar ideologias ou filosofias maléficas. Inclusive a religião e, não excluso, o cristianismo. Jogos, música, televisão, internet... Não passam de ferramentas de entretenimento e comunicação. Nenhuma ferramenta é má em si, o seu uso é que pode ser classificado como benigno ou maligno.

Ademais, não sou psicólogo, mas, pelas inúmeras estatísticas que conheço, afirmo com segurança que não há ligação direta (ou de qualquer tipo) entre a violência/criminalização infanto-juvenil e jogos de conteúdo violento. Dizer mídias de conteúdo violento influenciam a sociedade faz, para mim, tanto sentido quanto dizer que piratas são essenciais para manter o equilíbrio climático terrestre. Se qualquer coisa, eu diria que mídias com conteúdo violento possuem efeito totalmente contrário do acusado, diminuindo os índices de violência.
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Re: RPG de mesa e seu esquecimento...

Mensagempor Rage » 20/04/2012 (Sexta-feira), às 14h28min

Só me explica uma coisa Alpha, porquê o Satanismo, Vampirismo e outras ceitas que estão "relacionadas" ao RPG são do mal?
Qual a sua definição de mal?
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Re: RPG de mesa e seu esquecimento...

Mensagempor BacktotheFuture » 20/04/2012 (Sexta-feira), às 15h20min

lpslucasps, eu não disse que midias novas são o mal, pelo contrario. Tentei explicar que novas midias costumam vir associadas a coisas ruins, e mesmo não sendo más (as midias) acabam por essa associação sendo mal vistas, e com certa razão, enquanto lentamente buscam purificar tanto midias, generos, musicas, etc. Isso é um fenomeno muito comum.
Não disse que o video-game causa violencia fora do video-game com frequencia. Pode até causar eventualmente, mas não disse que causa com frequencia. Nem disse isso, AO CONTRARIO do que parece vir em resposta a post meu. Eu disse que se a violencia, mesmo que não passe para o mundo real, existir no jogo JÁ É um mal em si próprio. Brincar de ser assassino pode não ser algo que te leve a ser um assassino, mas só a brincadeira já é em si um sinal de falta de natureza compassiva.

Agora, entrando no assunto, quanto + o tempo passa + e + os jogos ficam + e + realistas, e a violencia aumenta. Crimes que não podem ocorrer no mundo real (estrupros, assassinatos, torturas, roubos) podem ser brinquedo na mão de pessoas, com FORTE realismo. Não precisa tornar a pessoa que assiste, lê, vê, joga, etc um criminoso real para causar um mal em si só.

Como comentei ainda, os RPGs de mesa tem a vantagem de eliminar o fator competição como foco principal, tornando-o menos rivalista e criador de contendas na verdade, mais educativo socialmente que toda sorte de jogo onde há competição, pois competição se sustenta com egoísmo. RPGs tem essa GRANDE vantagem para si.

Agora, quanto a mal, suponho que nem todos tenham lido muito sobre satanismo ou vampirismo. Já li um pouco sobre satanismo, e não é bonito. Numa das versões, apregoam o ódio aos inimigos. Fora que alguns grupos (não todos) fazem rituais, até matam crianças. Tb estão associados a orgia e perversão sexual, a ponto de site satanista convidar a ver perversões sexuais, e li comentario de membros dizendo que quanto + pervertido melhor, enquanto iam ver zoofilia e outros.
Na verdade satanismo é bem diversificado, mas na versão mais ligada ao cristianismo, é oposição a cristianismo generalizada, com comentarios como "puxo a barba de seu Deus"... Geralmente se opoem aos cristãos de forma geral, acusando de corrupção (coisa que ateismo forte tb faz, e que já comentei, a critica pode ser algo construtivo), mas tem muitos casos de maldade, venda de alma inclusa.

Quanto ao vampirismo, tb ligado ao ocultismo e satanismo, sei pouco. Porém, ao menos um grupo acredita que REALMENTE existem vampiros. Seria injusto NÃO associar um grupo a outro, uma vez que até comunidade sobre está VAMPIRISMO E SATANISMO e vocês mesmos que conhecem jogos que usam o tema sabem da proximidade. Filmes tb, de terror normalmente, frequentemente ligam ambos.

ouvi até dizer que o vampirismo teria começado com o tal conde dracula que teria sido um perseguidor dos cristãos. A história foi aumentando...
Não posso considerar que uma forma de parasitismo, misticismo, associada a horror e satanismo seja algo "bom". Verdade, continuo estudando, mas as próprias imagens que AMBOS os grupos criam de si fazem a associação com o mal, com terror, etc.

"mal" existe uma série de coisas "más" isoladamente. Sofrimento, morte, dor, tristeza, doença, rebelião... Ai maligno seria algo associado a causar essas coisas, como agoureiros, feiticeiros, magia negra, inimiguismo (pregado por uma vertente do satanismo), dentre outros. Esses grupos, feiticeiros, satanistas, etc parecem estar muito misturados entre si. Não lembro se era feiticeiro ou satanista que li que eles acham que tem uma energia que eles meio que roubam dos outros, pode ser com sexo ou com morte.

Enfim. Não é muito bonito. Fora as imagens zombando de Cristo, que fazem, que xegam a ser macabras. Muitos cristãos são ex-feiticeiros e outros. Satanistas são tipo os maiores rivais dos cristãos.

EDIT - Ao menos uma versão do satanismo apregoa a rebelião.
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