Vertigo - Capítulo 3

Lugar apropriado para postar seus Fanfics, contos, poemas etc. para que todos do fórum possam ler com facilidade.

Vertigo - Capítulo 3

Mensagempor Shadow Lord » 28/01/2012 (Sábado), às 19h20min

OFF: Essa é uma história sobre um rapaz altamente treinado, porém com um estado avançado de amnésia. Meu objetivo é poder fazer a história, mostrando o progresso do rapaz em recuperar a memória e o porquê de estar sendo constantemente caçado. Avaliem.

Capítulo 1: "No Answers"

Foi abrindo os olhos vagarosamente, e como uma máquina, analisando o lugar e a posição que se encontrava. Não sentia ódio, rancor, amor ou alegria... Naquele exato momento só sentia uma enorme dor de cabeça e um leve incomodo no ombro direito, causado, segundo sua análise imediata, por um revólver ou algum tipo de faca para combates á curta distância. Não chegou á uma conclusão pelo simples fato de o suposto ferimento estar estancado e enfaixado, não se deu o trabalho de desfazer o curativo.
Tentou se levantar apoiando em uma cadeira ao seu lado, mas sua perna não o obedecera de imediato. Tinha certeza que fora drogado por outrem. Decidiu ficar ao chão, sentado, e observar o local minuciosamente. Parecia um quarto qualquer, a não ser pelo aspecto deplorável em que o estabelecimento se encontrava.
Ratos podiam ser vistos saindo de suas tocas, um líquido fétido escorria pela parede e o ambiente estava extremamente sujo...O lugar parecia abandonado por anos.
Agora apoiado sobre duas pernas, caminhou cambaleando em direção a janela, assim, puxou as cortinas, deixando o clarão do luar infestar o quarto escuro.
Percebeu algo gelado encostando em sua perna por baixo das roupas. Passou a mão por entre o sobretudo preto, apalpando abaixo de sua camiseta preta encontrou um coldre vazio. Percebeu que um dos botões que suspendiam tal coldre por baixo de suas vestimentas não foi abotoado. Provavelmente a pessoa que o vestiu com o suporte, estava com pressa. Pensou: "Se há um coldre, em algum lugar deve haver uma arma".
Com o quarto já claro o suficiente. Pôde procurar com mais facilidade pistas sobre sua perda de memória. Olhou em volta e conseguiu enxergar uma escrivaninha com uma maleta prateada sob ela.
Caminhou em direção ao aparato, mas a maleta estava trancada, e para revelar seu interior, era necessário uma senha de 4 dígitos. Ele sabia a senha: "0708?" - Disse.
A maleta fez um barulho...Parecia que fora destravada. Se perguntava porquê sabia a senha, mas nada veio em sua mente, exceto a curiosidade. Abriu a suposta maleta e o que viu em seu interior o fez paralizar.
Dentro da maleta encontrou uma ISSC M22(Handgun), um supressor, duas granadas de impacto, um comunicador e algumas fotos, junto a um envelope com um nome dentro.
Ele não sabia o porquê de conhecer o modelo da arma encontrada, nem sabia o motivo o qual se assustara ao ver as fotos que mostravam uma garotinha e sua suposta mãe. Só sabia que aquilo o deixara sem ar...
Abriu então o envelope, em seu interior havia uma carta com os dizeres:

Olá Stan, você deve estar com uma leve dor de cabeça neste momento certo? Pois é... Fomos obrigados a fazer esta indelicadeza com o senhor, você estava ameaçando nossa companhia, estava fora de controle. Pois bem, você têm alguns equipamentos com você, eu sugiro que os pegue e faça seu próximo trabalho, ou da próxima vez, pode ser que não apenas droguemos o senhor. Penso que o FBI já esteja indo ao seu encontro, uma denuncia "anônima" foi feita, a de que havia um corpo dentro do armário deste prédio. Sugiro que seja rápido, equipe o comunicador e você receberá mais instruções...


Stan, assustado, colocou tudo dentro da maleta e reparou de relance um poça rubra respingada de dentro de um armário. Se aproximou do local e abriu a porta do móvel. Imediatamente um corpo, ensanguentado, com a marca de um disparo perfeito, que certamente atingira o Hipotálamo do indivíduo, caiu sobre ele.
O corpo de Stan não permitiu uma reação, seus gritos eram mudos, estava aflito, não sabia como agir, nem quem era, nem o que estava acontecendo. Suas pernas bambalearam, devia ser o efeito das tais drogas, porém, foi o que o salvou. Imediatamente após esta recaída, um estrondo pode ser ouvido, seguido de uma bala que percorreu o quarto e acertou a parede, cinco centímetros ao lado da cabeça de Stan.
Pelo barulho do disparo, ele tinha certeza que se tratava de um Remington M24(Sniper), como ele sabia? Não fazia idéia. O que o intrigava é que este tipo de sniper era usado apenas por militares. O que diabos estava acontecendo?
Pôs sua arma no coldre e saiu do quarto correndo o mais rápido que podia, com a maleta em mãos. O que viu ao sair do quarto foi chocante: O corredor, as portas dos outros quartos, a pintura do lugar, tudo, tudo parecia em perfeito estado, só o quarto em que se encontrava anteriormente estava degradado. Durante a fulga, colocou o comunicador em contato com a orelha, foi quando ouviu vários passos do outro lado do corredor. Sabia de alguma forma que era o FBI... Escondeu-se em um espaço, que com sorte, poderia passar despercebido.
Esperou os agentes se afastarem, saiu fazendo o mínimo de som possível e foi se esgueirando com cautela por entre o corredor do prédio. Sua sorte durou pouco, sentiu uma sensação gelada atrás da nuca. Alguém estava apontando uma arma:
-Parado! - Disse o agente
Stan, com as mãos levantadas disse:
-Ok, ok. Eu não vou me mexer. Só queria dizer que eu não sou quem você procura, acabei de descobrir meu nome e...
-Calado! - Disse o agente - Você vêm comigo á delegacia, lá pode tentar inventar suas mentiras, acha que ninguém sabe que você é um SEAL, que se tornou matador profissional? Francamen...
Stan aproveitou o descuido do agente ao colocar as algemas, entrelaçou seu braço por entre o cotovelo do policial, pressionando seu osso e desarmando-o. O policial tentou ataca-lo com um golpe direto no rosto. Stan defendeu-se, logo em seguida projetando sua bota de borracha na face do policial com um chute frontal, o policial caiu ao chão imobilizado. Stan olhou para suas mãos, assustado, desejando saber como possuía tais habilidades de combate, como fez aquilo com o guardo, imobilizou-o em questão de segundos. Não obtinha respostas, só sabia o que fazer quando fazer... Devia ser a adrenalina...
O rapaz ainda em fuga ouviu um alerta do comunicador:
-Stan? Aqui é o seu chefe. - Disse uma voz misteriosa
-Chefe?! - Gritou o jovem - Eu não sei nem quem sou, nem no que trabalho, nem como vim parar neste holocausto. Mas sei que quando eu encontrar você, você não existirá mais.
A voz misteriosa gargalhou:
-Muitos já tentaram. Será que você consegue me pegar? Você não pode fugir de quem você é, agora você terminará seu trabalho, sabe disso. Não irá contra mim pois precisa de algo que eu tenho. Passarei um endereço, você encontrará o meu fornecedor de "suprimentos" e...
Uma interferência súbita atingiu o comunicador, ao mesmo momento em que dois agentes apareceram. Stan não podia usar armas contra agentes federais. Vasculhou os bolsos e achou uma faca para combates a curta distância. Continuou em direção aos federais sem possuir receio em ser notado. Os policias não puderam sacar suas armas, Stan já estava muito perto...
Ele cortou o tendão principal do braço em que um dos federais segurava a arma e desferiu outro golpe na perna do outro agente, levando-o ao chão. Logo em seguida chutou suas armas para longe de seus coldres.
Em seu caminho a saída do edifício, a interferência parou e, ao invés de uma voz misteriosa surgir, o que ele pode ouvir foi uma voz extremamente familiar:
-Eu sei quem é você, sei tudo sobre sua vida e amigos. Eu sou o que vai explicar tudo o que você quer saber. Me encontre neste endereço agora!
Barulhos de batidas foram sendo transmitidos. Stan descobriu que também sabia código morse...Atravessou a rua, limpou sua faca e virou a primeira rua, em direção ao endereço transpassado.

CONTINUA...(Ou não, depende das avaliações)
Editado pela última vez por Shadow Lord em 10/02/2012 (Sexta-feira), às 12h50min, em um total de 3 vezes.
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Re: Vertigo

Mensagempor Trucy » 28/01/2012 (Sábado), às 23h06min

Achei bacana, você escreve bem, descreveu bem as cenas e soube amarrar bem a sequência dos fatos, continue sim senhor!

O que acho que você poderia tentar e que seria muito interessante, ainda mais numa história como essa, é explorar mais o lado emocional do personagem. Acho que o seu principal foco foi para as ações e essa parte da personalidade em si acabou ficando secundária. Acho que cairia muito bem, numa história em que o cara acorda e não se lembra de nada, você gastar algumas linhas para mostrar o desespero dele com isso, o quanto ele estaria assustado por ver o que é capaz de fazer (por exemplo quando ele nocauteia o policial), o medo de estar sendo perseguido sem saber porquê... enfim, trabalhar a transformação interna dele também nessa trajetória pra se encontrar.


ps: fiquei muito agradecida com a descrição das armas depois do nome delas, sem isso ia depender muito do google pra imaginar haha
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Re: Vertigo

Mensagempor Nightmare » 29/01/2012 (Domingo), às 05h52min

Melhorou bastante em relação à outra que você postou. Só cuidado pra não focar demais na ação.

Dentro da maleta encontrou uma ISSC M22 (pistola cujo nome eu conheci procurando nome de arma Google e achei que seria cool citá-la aqui :no: *)
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Re: Vertigo

Mensagempor Gabriell » 29/01/2012 (Domingo), às 10h19min

Muito interessante e agradável ao leitor.
O focar na ação foi inserido de forma ampla, com alta caracterização dos cenários presentes.

Continue assim.
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Re: Vertigo

Mensagempor Shadow Lord » 29/01/2012 (Domingo), às 11h35min

Obrigado senhores pelo grande apoio. Agora posso finalmente continuar a minha história.
Trucy, obrigado pela crítica, prometo melhorar sobre o estado emocional de Stan. Mas como eu disse, ele é uma pessoa fria, um matador. Agora com essa noa vida ele descobrirá as novas emoções, conseguirá algumas respostas e claro, um dos capítulos pretendo focar na sua infância e na sua adolescência. Mas, realmente, vou falar mais do estado emocional deste personagem. Obrigado mesmo pelos elogios, é muito importante pra mim.

Nightmare escreveu:Melhorou bastante em relação à outra que você postou. Só cuidado pra não focar demais na ação.

:see: Qualquer coisa ficaria melhor que aquele lixo que foi a minha outra fic...

Se eu dissesse que eu fiz essa fic em menos de uma hora e meia, ou seja, nem rascunho eu planejei, vocês acreditariam. Sei lá, eu estava inspirado ontem e as idéias simplesmente vieram...

Trucy escreveu:ps: fiquei muito agradecida com a descrição das armas depois do nome delas, sem isso ia depender muito do google pra imaginar haha

Tipo. :=D: Têm pessoas que gostam de armas de fogo. Têm pessoas que não gostam de armas de fogo, e têm pessoas que não sabem sobre armas de fogo. Eu tentei agradar a todos. para os que gostam, botei o nome da arma. Para os que não gostam, botei o gênero da arma. Para os que não conhecem, dê uma googlada.

Usei também um recurso que pretendo usar mais porquê particularmente acho charmoso em uma narrativa. Discurso indireto livre :H:
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Re: Vertigo

Mensagempor Trucy » 29/01/2012 (Domingo), às 18h48min

Imagina, é com as críticas que a gente vai melhorando =)

Shadow Lord escreveu: Eu tentei agradar a todos. para os que gostam, botei o nome da arma. Para os que não gostam, botei o gênero da arma. Para os que não conhecem, dê uma googlada.


fez bem, mesmo que os leigos (tipo eu haha) não saibam do que se trata, o personagem saber essas coisas técnicas é um ponto importante pra história, dá uma ideia de quem ele possa ser.

E mesmo que seja uma pessoa fria, perder umas linhas pra descrever a personalidade dele, tipo de ele não se sentir culpado por sair batendo nos outros por ai, já ajuda a conhecer melhor quem é ele.
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Re: Vertigo

Mensagempor Delavu_Ocean lyrics » 30/01/2012 (Segunda-feira), às 00h06min

Hum... Pareceu muito o ínicio de Matrix misturado com o ínicio de Resident Evil: O hóspede maldito. Um desses filmes é muito bom e o outro é muito ruim.
Achei um capítulo um tanto curto e corrido. Talvez fosse essa a intenção, dar uma agilidade para esses acontecimentos encadeados, mas não é exatamente a característica que eu mais admiro em um texto.
Achei muito interessante você dar as informações antes e depois dizer que não sabe como foi que se lembrou. Só acho que a amnésia demorou muito para ser mencionada. Tive que ler de novo o texto.
Não achei necessário colorir o texto. Acho que as pessoas vão entender o que quer dizer sem isso.
Melhoraria muito os diálogos. Não me convenceram muito.
Sem muito mais o que dizer. Tomara que seu texto seja mais Matrix e menos Resident Evil.
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Re: Vertigo

Mensagempor Shadow Lord » 30/01/2012 (Segunda-feira), às 22h08min

Hey Kess, vulgo Delavu :cey:
Tiops. Resident Evil? Matrix? :wut:
Aloks, se você falasse "Identidade Bourne"(que eu me inspirei) eu até iria entender, mas, bem, cada um vê algo né.
Prometo não puxar para o lado do Resident Evil, mas venho alertar que acontecerá alguns lances sobrenaturais, estilo heroes, só que menos exagerado e MUITO mais discreto.
Sim, fiz o início corrido mesmo(fiz o texto em menos de 2h u.u), porém não foi from the lulz, só foi uma introdução da capacidade assassina do personagem. Agora é tranquilo, vou me esforçar mais. Já fiz um roteiro, e um dos meus objetivos é contar a infância perturbada do Stan, sua adolescência, e como e porquê entrou para os SEALS. Mas não vou espoilear.

Infelizmente, o segundo capítulo demorará um pouco pra sair, não tá dando pra usar muito o pc aqui. Mas postarei o quanto antes, acho que na quinta ou na sexta já está pronto.

Obrigado
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Re: Vertigo

Mensagempor Delavu_Ocean lyrics » 30/01/2012 (Segunda-feira), às 22h14min

Não saquei qual é o do Kess. (De verdade, fiquei perdido com o comentário)
Ah vai, até que parece. No RE a loira acorda com amnésia e sabe dar golpes overpower. No Matrix o Neo recebe instruções pelo celular. Não foi assim tão nada haver... Talvez um pouco só.
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Re: Vertigo

Mensagempor YusukY » 31/01/2012 (Terça-feira), às 01h18min

Eu não li tudo, mas quanto a arma faça assim: Ele sacou uma pistola modelo xxx. Parenteses geralmente quebram a linha de raciocínio e é sempre bom evitá-los a não ser que sejam propositais ou realmente necessários.
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Re: Vertigo

Mensagempor Shadow Lord » 31/01/2012 (Terça-feira), às 18h17min

Capítulo 2 – “The Fixer”
DUAS HORAS ANTES DA FUGA DE STAN...


-Aqui é o detetive Buckhardt para a central. Central responda.

Ele estava nervoso. Poderia tentar disfarçar o quanto quisesse, mas alguma coisa o afligia. Ele podia sentir, de uma maneira tão similar á uma previsão... Algo ruim estava para acontecer:

-Aqui é a central – Disse uma voz pelo rádio de policia em que Harris segurava pela mão – Informe qual a sua situação.

O suor escorria por todo seu rosto, não conseguiria mais pensar direito. Tinha que se acalmar, se “aquilo” acontecesse novamente... Segurou o volante do carro enquanto respondia ao rádio:

-E-eu estou no cruzamento da Rua Fleet com a Avenida Nabisco. Estou perseguindo um veículo roubado e, segundo a denúncia anônima que a delegacia recebeu á pouco, com um corpo em seu interior. Gostaria de...

Ele pensou em completar a frase. Tinha enorme desejo de dizer: “É melhor não mandarem reforços, é muito arriscado. Pode ser que ninguém sobreviva”. Mas como dizer algo nesta tonalidade, que não o torne algum suspeito de um potencial evento futuro, ou algum louco com porte de armas? Harris se conteve, o suor já escorria de sua cabeça, de seus cabelos lisos e curtos, passando por seus enormes olhos claros. Respirou fundo enquanto a voz do outro lado do rádio indagou:

-Gostaria de... ?

Harris pensou em uma infinidade de respostas, mas por azar escolheu a pior delas:

-Gostaria de pedir reforços, mande-os em direção ao píer 12. O suspeito virou em direção a Alameda Brown!
-Copiado, mandando reforços – Disse a voz

Harris não sabia o porquê de negar reforço policial na situação em que se encontrava. Primeiro estava seguindo ordens do comandante, depois estava atrás de um potencial assassino. Para piorar a situação, havia ainda seus “maus pressentimentos”. Ele só conseguia focar em sair vivo daquela perseguição. Possuía família, sua mulher, seu filho recém nascido, se fraquejasse, poderia morrer ali, com uma bala estocada em seu pulmão...

O suspeito não estava á caminho do píer, porém, Harris não queria sacrificar a vida de seus colegas em uma emboscada, ou qualquer desventura que poderia acabar em um genocídio. Preferiu perseguir o carro roubado sozinho, mesmo que isso custasse sua vida. Era mais um policial no mundo, insignificante, se sentia insignificante. Pensava todas as noites, enquanto se embebedava com qualquer Whisky barato, que nunca mais iria deixar um colega de trabalho seu nas mãos de um criminoso. Jurava isso todas as noites, enquanto dormia ao som de suas lágrimas. Sua carreira em decadência foi causada por seus atos, sabia disso...

O suspeito parou em frente á um prédio, um lugar muito bem cuidado, mas estranhamente sem nenhum movimento, apenas as moscas que ficavam rodeando a luz dos postes acesos.
O suspeito abriu o porta-malas e de lá tirou um saco preto, de um metro e noventa centímetros aproximadamente, o tamanho de uma pessoa...

Harris se aproximou vagarosamente com o carro e decidiu não avançar mais, o barulho do motor daquele Impala poderia alertar que o suspeito não o despistou. Desceu do carro, engatilhou sua pistola Imbel .40(Handgun que ganhou de seu ex-parceiro) e caminhou vagarosamente em direção ao suposto assassino, olhava ao seu redor frenéticamente, como uma paranóia que o perseguia. Encostou em uma parede perto da entrada do edifício, esperando o próximo movimento do indivíduo misterioso.

Saindo agora do carro, estava um senhor, a julgar pela aparência, de no mínimo 40 anos, barba rala e grisália, vestindo um jaleco negro e uma camiseta branca por baixo. Harris percebeu os sapatos Russos originais, lembrava que queria muito um desses quando viajara para a cidade de Cherkessk, em suas últimas férias com a família. O que diabos um Russo está fazendo com um corpo e em frente á um hotel?

Harris se arriscou inclinando-se um pouco mais, para poder ouvir a conversa dos dois indivíduos.Conseguiu adquirir poucas informações, mas foi o necessário para fazê-lo tremer:

-Senhor, com todo o respeito, não estamos nos arriscando de mais para fazer apenas um voltar para o nosso lado? – Disse o suspeito que estava dirigindo - Digo, já é a quinta vez que fazemos isso com este jovem, além do mais, têm um detetive atrás de nós, conseguimos despistá-lo por um tempo mas...
-Quieto! – Disse o homem vestindo o jaleco – Imagino que você saiba quem eu sou?
-C-claro senhor. Yurii Golkorvitch, um dos tenentes do serviço secreto Russo. – Disse o pequeno homem assustado.

Harris petrificara. Porquê?O que o serviço secreto Russo procura neste país?
Harris estava extremamente curioso para saber quem ou o quê havia dentro do saco, mas não poderia se mover com descuido, não poderia ser descoberto. Continuou á ouvir a conversa:

-Então, senhor Bowman, o senhor também deve saber, que a divisão á qual sou responsável, é a mais cruel e temida da Rússia. Nós cuidamos da parte do interrogatório, e ficamos satisfeitos em conseguir informações por quaisquer que sejam os meios. É até divertido – Disse o Yurii com um sorriso sádico.
-S-sim senhor – Disse Bowman

Yurii agarrou o homem pelo pescoço, e começou a pressionar seus pontos de pressão da nunca:

-Eu contratei você há quase vinte anos, um mero criminoso local, para fazer seu trabalho calado, e como sempre, você de alguma forma questiona meus métodos. E daí se é a quinta vez? Vamos fazer o quanto for necessário. Stanley Miller não é qualquer agente, ele é especial, ele possuí mais que habilidades de combate e manuseio de armas de fogo... Mas não devo explicações á você. Não gosto de ser indagado, não é algo que faz parte da minha equipe, é uma característica minha. Abra a boca mais uma única vez, que farei um rasgo em você do intestino ao cerebelo!

O rapaz que estava contra a parede parecia sufocar, estava vermelho, só pode acenar positivamente com a cabeça, enquanto o agente exclamava o quanto era ótimo o som do silêncio.

Bowman começou a arrastar o corpo para dentro do prédio, enquanto Yurii retirava do porta-malas uma maleta prateada, não deu para enxergar muito bem, mas em sua mão parecia que carregava uma seringa para aplicar sedativos, havia uma tatuagem em sua nuca, alguma coisa parecida com uma caveira mordendo o cabo de uma faca de combate.

Após os dois indivíduos passarem pela portaria do prédio, Harris começou a caminhar em direção ao carro parado, vasculhando os compartimentos em busca de pistas e evidências. Não achou nada... Abriu o porta-luvas, olhou por baixo do carpete, revirou todo o banco, não encontrou nem os documentos do veículo. Os assaltantes deveriam ter jogado fora, para que não sobrasse nada que os pudesse incriminar. Sentou no banco e olhou para o teto do carro. Poderia ser ?
Acima do vidro frontal havia um papel rasgado. Algumas partes Harris conseguiu ler, pois alguns pedaços estavam maiores que outros:

“...Esta terá de ser a última vez Yurii........................gastar..................
Soros para perda de memória......................traga-o par nós...............
.............convença-o a trabalhar....................mataremos você”



O nome do remetente também estava apagado. Harris esfregou o rosto e suspirou, coçou a cabeça. Estava muito confuso para tomar decisões, sua cabeça estava repleta de interrogações, e agora esta mensagem o estava levando ao limite do racional. Ele estava enlouquecendo.
Saiu do carro, pensou em caminhar e invadir o edifício, mas sozinho se sentia inseguro, se lá fosse uma base ou ponto de encontro do serviço secreto, com certeza morreria de uma forma cretina.
Seus pensamentos foram interrompidos por um barulho de algo se movendo, justamente do lugar de onde viera. Se virou rapidamente com a arma apontada para o nada, porém, não enxergava nenhuma forma de vida.
Foi quando um vento soprou em sua nuca, projetado por detrás de seu corpo, infestou sua mente, podia senti-lo roubando seus pensamentos, estava perto. Sabia que algo aconteceria neste momento, seu coração estava batendo rápido, sua voz era abafada, não conseguia formular frases, apenas gaguejava algumas semi-palavras. A voz começou a dizer:

-Detetive Buckhardt, que bom que não sacrificou seus colegas chamando-os aqui, seria demorado ter que eliminá-los e sumir com seus corpos, um só é muito mais fácil, fico realmente agradecido. Posso terminar meu trabalho mais rápido. Por favor, permita-me perguntar, você sabe o que seria uma trapaça de Kansas City?
O homem estava com uma voz grave, porém despreocupada, parecia mesmo que o que desejava era apenas que Harris respondesse a pergunta. Mas Harris permanecera em silêncio total, parecia que suas tripas saltariam para fora, seu coração estava na garganta:
-Detetive, não podemos chegar á um acordo se o senhor não responder minhas perguntas...
-N-não, eu não sei o que é isso...- Respondeu Harris

A figura riu-se, um tom de divertimento e desaprovação ao mesmo tempo:

-Devido ao seu favor de não trazer brinquedinhos para cá, eu explicarei a idéia. Trapaça de Kansas City, resumidamente, é quando você induz todos a olhar para a direita mas o seu alvo está na esquerda. Você, Buckhardt, é a minha direita, e o rapaz dentro do saco é a minha esquerda...

Harris queria se virar, almejava conhecer seu futuro assassino, mas seus músculos estavam inutilizáveis, sentia como se houvesse abusado de curare por todo seu corpo. Sua respiração prendeu-se e seus olhos começaram a tremer. Sua cabeça começou a girar, e o suor o inundava a testa, estava com as têmporas frias, não sabia qual decisão tomar, esta sufocando, se não tomasse uma atitude, o sujeito em suas costas tomaria. Pensou consigo: "Eu irei virar com a arma...mas, espere, ele pode atirar primeiro. Não o conheço, mas não saberei se não arriscar".
Ele piscou, o suor já passava pelas suas vestes, respirara fundo, afrouxou a gravata e percebeu que estava falando consigo mesmo. Mas do que importava com quem estava falando? Seria a última chance de falar com alguém..."Não" - Sua consciência gritara - ele não poderia desistir de tudo por um sujeito. Passava mil coisas naquele momento. Respirou e uma náusea passageira atingiu-o, pela primeira vez em sua vida não sabia o que fazer, ainda pensava como um homem que nem viu o rosto poderia causar-lhe tanto pavor?
Deslocava agora sua pupila para cima, tentando alcançar a lua, a lua sorria-lhe, mas ele não poderia retribuir, talvez ela entenderia... Como queria estar brincando com sua filha neste momento, rindo-se com as piadas sem graça de sua esposa, deitado em seu leito...

Decidiu-se, tentou se virar para ver o homem, mas estava desorientado, não havia nem empunhado sua arma, não conseguia pensar em nada, o porquê estava virando naquele momento. Será que perdera o medo? Não, não era isso, o corpo apenas se movimentava, seu corpo queria que ele contemplasse o homem, foi uma medida estúpida, mas ele já não tinha mais controle em seus movimentos.

Harris, então, sentiu uma pancada na nuca, o que fez o equilíbrio de suas pernas extinguir, e o detetive foi ao chão. Ele se virou, e viu que o homem carregava um Sniper Rifle Remington modelo M24 militar, usava também um boné do uniforme do exército, era um profissional, muito mais treinado que o próprio Harris, sabia desde o início, que permanecer em Nova York como membro da polícia, não o levaria a lugar algum. Percebeu que chegara a hora de sua morte, estava certo, o lugar era muito perigoso para o resto da equipe, inclusive para si mesmo...
Sua vida começou a passar diante de seus olhos, lembrou da filha, da mulher, e se pôs em prantos, o homem misterioso se aproximava cada vez mais, até chegar aos pés do detetive estirado ao chão, aguardando seu suspiro final. O assassino sentou ao lado do policial, pegou sua mão em que segurava a arma e, pronto para forjar o suicídio de Harris disse:

-Pelo menos ninguém saberá o que você é de verdade...
- O que eu sou...? Você sabe?! – Disse o detetive – Sobre o que eu sou capaz?

O estranho sorriu:

-Claro, observo você faz um bom tempo Buckhardt, você não consegue controlar isso. Eu farei um favor para o mundo e para a sua família, é algo positivo não?Você não é capaz de se adaptar, sabe disso, uma hora ou outra se denunciará... Deixarei você... Desativado.
E o que VOCÊ é? – Disse Buckhardt
-Eu?Eu sou “The Fixer”, um limpador de “evidências”, enquanto falamos neste lugar, existe um desertor naquele edifício, e meu trabalho é simples, matá-lo... Qualquer coisa que possa vir a dar merda, como ele decidir revelar os segredos da SEAL, eu apareço e garanto a obscurecência da organização. Simplesmente apago o que é nocivo para a humanidade.- Explicou a sombra - Vamos, não é tão ruim assim, você não faria de tudo pela Clarice e pela Shanon? É algo parecido...

Harris então arregalou os olhos, seu coração ameaçou a parar, e sua boca secou. Como este sujeito sabia o nome de sua mulher e de sua filha? Ele não estava blefando, o homem realmente havia pesquisado sua vida pessoal:

-Agora morra quietinho... - Sussurrou o misterioso.

O homem puxou o gatilho, porém, a bala não saiu. Harris, quase apagando disse:

-Idiota, retirei o pente quando estava de costas. Você não é tão habilidoso certo?

O homem, sorriu pelo canto da boca, parecia satisfeito com a situação:
- Gostei de você... Por isso não é promovido, não aceita ordens...

Várias viaturas começaram a se aproximar, brilho de lanternas, e sirenes tocando, era tudo uma confusão na cabeça do detetive. Ele tentou segurar a perna do homem, mas este acertou seu rosto com um chute, fazendo-o largar, o rapaz fugiu em direção ao prédio vizinho.
Uma policial se aproximou de Harris preocupada, o policial quase apagando, levantou sua mão e apontou para o telhado do prédio vizinho. A policial gritou:

-Liguem para a emergência!Temos um policial ferido! – Agora em voz baixa, falou para o detetive caído – Porquê você fez isso Buckhardt? Você queria se matar? Vindo sozinho, investigando uma coisa que envolve o Serviço secreto?

Ele sorriu para a policial, cujo rosto já não conseguia enxergar, mas fitava o broche com o nome dela gravado no terno, no semblante estava exibindo: Tenente Hunigan.
Ela retribuiu o sorriso, ao mesmo tempo em que ajeitava seu cabelo longo e muito liso. Aquele cabelo...Como poderia esquecer aquele rosto lindo e afunilado e aqueles olhos azuis que podiam fazer com que qualquer homem desabasse...
Hunigan enxugou a face de Harris com um pano que tirara de suas vestes, enquanto os para-médicos se aproximavam a tenente levantou, fitou seus sapatos e imaginou como seria bom usá-los para guardar uma arma leve, mas não era tempo para pensar nestas coisas levianas...
Lembrava que era muito desligada e, muitas vezes, ocorria alguns lapsos de relevância, e esquecia o importante. Algumas vezes era algo deveras engraçado.

Neste meio tempo, vários carros blindados com as iniciais FBI foram surgindo ao longo da rua, e de dentro de uma das viaturas saiu um sujeito alto, com um tapa-olho e algumas cicatrizas no rosto. Cabelos castanhos e armados em uma jaqueta bege:

-Deixe isso com o FBI. A polícia não pode lidar com um problema de tamanha importância – Disse o homem caminhando em direção a policial.
-Não pode lidar?!Temos um policial ferido! Se vocês federais estivessem aqui antes, isto não teria acontecido! – esbravejou a policial – O que têm de tão importante neste caso, que o FBI é necessário?

O homem olhou fixamente dentro das pupilas da policial e respondeu em tom de desdém:

-Infelizmente, não é da sua alçada permanecer aqui, sugiro que volte para a delegacia, e leve seus homens para brincar de polícia e ladrão longe daqui.

Ela estava irritada, queria respostas, e não sairia dali até ter todas as suas questões devidamente respondidas. Projetou suas mãos no colarinho do agente e pressionou-o contra o carro roubado:

-Escute aqui, você não é ninguém para dizer como eu devo ou não agir. O trato é o seguinte, ou você me diz o que está acontecendo ou eu vou arrancar essa informação de um fed...
-STANLEY MILLER ESTÁ VIVO, E ELE ESTÁ NESTE PRÉDIO, PROVAVELMENTE ACORDANDO NESTE EXATO MOMENTO, ENQUANTO BRINCAMOS DE PAPAI E MAMÃE! – Disse o agente.

A mulher paralisou, seus olhos estavam vagos, e ela lentamente foi afrouxando sua mão da jaqueta do policial, algumas lágrimas escorreram de seus olhos, ela estava catatônica, começou a tremer:

-Aquele mesmo...Stanley? O que...
-Sim, este mesmo – Disse o federal ajeitando o casaco – Agora, suma da minha frente antes que eu mande prendê-la por desacato e agressão á um poder maior. Não queríamos lhe envolver pois o queremos vivo, e visto o seu histórico com este rapaz, isso seria impossível com você lá dentro.

Ela não sabia o que pensar, ficou refletindo se era possível aquele genocida ser encontrado em algum bairro de Nova York, era muita coincidência, ou alguém estava providenciando para que fosse uma coincidência. Recolheu então seus homens e as viaturas, afinal, o que o homem disse era acertado, se encontrasse Miller, não o deixaria vivo. Ainda que estivesse abandonando o local, sabia que quando o FBI o pegasse, queria fazer o interrogatório, fitá-lo nos olhos e fazer todas as perguntas que desejava, queria que ele explicasse a necessidade de tudo que ocorreu...

Hunigan retornou de sua divagação ao ver o federal que a havia expulsado da cena retirando a arma do coldre e entrando vagarosamente no prédio chamando por seus homens:

-Vasculhem todas as áreas e andares, não deixe ninguém sair, qualquer movimento suspeito, não hesitem em atirar, estamos lidando com profissionais, e um deles é extremamente cauteloso, perigoso e habilidoso, VÃO!

Ele parou de falar e pensou consigo:”É por isso que queremos ele para nós...”

CONTINUA...


Capítulo fresquinho fresquinho, pra quem tá acompanhando. Sim, eu me desviei um pouco da primeira história, para não ficar na linearidade, e destacar mais alguns personagens novos. Delavu, acho que esse ficou menos corrido BTW. Deu pra revelar algumas coisas também. Bom, comentem, este aqui nem teve tanta ação Trucy :=D:
Editado pela última vez por Shadow Lord em 06/02/2012 (Segunda-feira), às 20h05min, em um total de 1 vez.
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Re: Vertigo

Mensagempor Delavu_Ocean lyrics » 31/01/2012 (Terça-feira), às 19h01min

Olha rapaz, eu achei melhor. De verdade.
Senti um pouco como a primeira vez que li o "O Colecionador de ossos", mas só um pouco.

Só umas coisas antes. Você revisou o texto? Vi um erro de digitação e uns 5 erros de acentuação. Tem que ver isso, rapaz.

Sobre a história. Eu gostei.
Só acho que você desperdiçou umas boas oportunidades de realmente me impressionar.
Sabe, apesar de algumas cenas durarem um segundo, às vezes dá para escrever um capítulo sobre esse um segundo.
A parte em que o assassino ameaça o policial pelas costas podia ter sido mais trabalhada, principalmente.
Sabe, é uma hora em que a mente pira, pensa em um milhão de coisas, e bem nessa parte o narrador ficou mais discreto.
Senti muita falta de uma descrição melhor da policial depois que eu percebi que ela pode ser importante para a história.
Olha, ficou menos corrido sim. Para um texto normal, está ótimo. Agora, para um texto incrível e memorável, acho que falta muito mais atenção aos detalhes. E isso não significa falar mais nomes de armas e cidades, mas colocar mais coisas que façam a gente vivenciar melhor o momento, e sentir mais.
O tanto de coisas que aconteceram nesse capítulo renderiam muito mais texto do que você imagina.
Enfim.

Se você não me explicar a piadinha do Kess não comento mais...
Na verdade eu comento sim, mas me explica, eu não entendi ainda o que você quis dizer.

Continue escrevendo.
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Re: Vertigo

Mensagempor Shadow Lord » 31/01/2012 (Terça-feira), às 19h45min

Obrigado Delavu, pelas críticas. Quanto os detalhes, eu não quis dar muitos detalhes, simplesmente porquê vou fazer isso aos poucos. A policial terá um papel importante, mas nada que vá rendeeeeer pra caramba

Sobre a piadinha do Kess, eu tava vendo umas entrevistas com o Andreas Kess ex-guitarrista do sepultura, e normalmente ele não gosta de nada e critica tudo UHSUIAHAUSHUIAH
Ai eu fiz uma piadinha

OBS: Delavu, tá vindo algumas idéias pra dar edit neste capítulo antes de lançar o próximo. Você acha que eu devo melhorá-lo ou deixa assim. Depois que você fez as críticas eu percebi que realmente dava para ser mais trabalhado. Então, edito ou não?
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Re: Vertigo

Mensagempor Delavu_Ocean lyrics » 31/01/2012 (Terça-feira), às 20h02min

Olha rapaz, se achar que deve, porque não?
É para isso que está postando aqui, não? Para ouvir críticas e melhorar a escrita.
Talvez eu só esperaria mais algumas opiniões. Você acabou de postar, não é mesmo?
Quem sabe mais alguém tem algo de interessante para dizer?
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Re: Vertigo

Mensagempor Shadow Lord » 31/01/2012 (Terça-feira), às 20h14min

Delavu_Ocean lyrics escreveu:Olha rapaz, se achar que deve, porque não?
É para isso que está postando aqui, não? Para ouvir críticas e melhorar a escrita.
Talvez eu só esperaria mais algumas opiniões. Você acabou de postar, não é mesmo?
Quem sabe mais alguém tem algo de interessante para dizer?

Obrigado mesmo Delavu.
Viuo, vou editar então, mas vou esperar a Trucy minha fã numero 1 postar primeiro, quero ouvir a opinião dela, visto que apenas vocês dois mostraram interesse na minha fic :man:
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